BART 6221/74 - A HISTÓRIA DO BATALHÃO DE ARTILHARIA 6221/74 - ANGOLA 1975

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

A HISTÓRIA DA CIDADE DO LUSO (2) – ENCONTREI DUAS FOTOS E REFERÊNCIA AO ANTIGO QUARTEL DA CIDADE DO LUSO

A HISTÓRIA DA CIDADE DO LUSO (2)

ENCONTREI DUAS FOTOS 
E REFERÊNCIA 
AO ANTIGO QUARTEL 
DA CIDADE DO LUSO

Primeiro dei com a foto que deixo aqui em baixo – e que, por acaso tem em anexo a imagem do Google Maps que identifica a sua localização, na mesma avenida que parte da antiga "Messe de Sargentos" e passa pela Escola Industrial. O ex- Furriel Ernesto Fonseca, no seu depoimento on-line “Por xanas do Leste de Angola”, faz referência ao quartel, logo no início do seu texto:

Em Outubro de 1968 fui destacado para o Esquadrão de Cavalaria 403 do Grupo de Cavalaria 1 «Dragões de Angola» aquartelado no Luso (hoje Luena), província do Moxico, no Leste de Angola.

O quartel, construído com chapas de zinco, tinha servido aos mercenários de Tshombé, fugidos do Katanga e acolhidos pelo regime português. A partir do meio-dia o calor dentro destas instalações era infernal e assim se mantinha até de madrugada, quando arrefecia.



 As fotos que encontrei: em cima, o quartel e em baixo, a porta-de-armas seguida da localização no Google Maps

Mais três fotos do quartel dos Dragões (Esquadrão de Cavalaria 403) encontradas hoje (03/10/2015):




Vista actual do Google Earth: a Escola Industrial (à esquerda) e o que resta do antigo quartel dos Dragões (à direita)

A localização em planta do Google - já publicada no post anterior, a que acrescentei a posição do referido quartel com um círculo a negro. O edifício assinalado com o 6, é a Escola Industrial.

Localização do Quartel dos Dragões (cerca de 1970/71).
Legenda
1 - Escola Industrial e Comercial
2 - Quartel dos Dragões
3 - Terreno onde foi construído o quartel em que ficou a nossa 2ª Companhia do BART 6221/74
4 - Igreja Sé do Luso

Já agora, encontrei também resposta para uma questão que deixei no post anterior: A estátua de D. António de Almeida, fundador da cidade do Luso, ainda está no sítio, em frente da estação dos Caminhos-de-ferro. Aqui fica uma foto de 2011, depois de restaurada a Estação:


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1 comentário:

  1. Este livro vai preencher uma lacuna na História da Guerra em África. Parabéns, amigo Machado Dias. Força!
    Abraço
    José Ruy

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